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	<title>PauloMotta.pro &#187; Resenhas</title>
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	<description>&#34;Qualquer tecnologia suficientemente avançada é indistinguível da mágica&#34; - Arthur C. Clarke</description>
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		<title>HP Mini 210-1062BR</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Oct 2010 03:14:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>prmottajr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Precisei migrar para o pequeno mundo dos netbooks por conta de precisar escrever muito nos próximos dias/semanas/meses. Precisava de uma ferramenta que pudesse estar por perto e de fácil transporte, fiquei confuso com a grande quantidade de opções, mas uma pequena que sempre chamou a minha atenção foi linha HP Mini. Na verdade o fator [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="hp mini" src="http://h10010.www1.hp.com/wwpc/images/emea/hp-mini-210-1000-pc-series_400x400.jpg" alt="" width="400" height="400" /></p>
<p>Precisei migrar para o pequeno mundo dos netbooks por conta de precisar escrever muito nos próximos dias/semanas/meses. Precisava de uma ferramenta que pudesse estar por perto e de fácil transporte, fiquei confuso com a grande quantidade de opções, mas uma pequena que sempre chamou a minha atenção foi linha HP Mini.</p>
<p>Na verdade o fator mais interessante dessa linha é o teclado de tamanho 93% em relação a um teclado padrão, e se é para digitar muitos textos acho que essa deve ser a primeira característica a ser considerada.</p>
<p>A máquina chegou e fiquei ansioso para ver os detalhes e colocar o Linux (claro!) O problema é que essas máquinas novas não vem mais com mídia para reinstalação. Ao invés disso, o sistema vem precarregado no HD e você tem a opção de gerar os discos (se a sua máquina tiver um gravador de DVD, coisa que não acontece com os netbooks.)</p>
<p>Aí começou um impasse, as duas opções são:</p>
<ol>
<li>Gerar os discos em DVD &#8211; com um drive gravador externo (nessa fiquei na aba do Paulo Pai)</li>
<li>Gerar os discos em pendrive de 16GB ou mais, nesse caso fiquei com medo de o pendrive morrer e ficar sem os discos.</li>
</ol>
<p>Optei por esperar até o dia seguinte e usar o drive externo USB. Discos gerados com sucesso (ou quase.)</p>
<p>No site da HP eles indicam os passos para gerarmos um pendrive capaz de inicializar o computador (o famoso boot,) fiz isso, e aí veio o primeiro problema, quem disse que o tal pendrive consegue iniciar? Simplesmente não funciona.</p>
<p>Gravei os discos de recuperação do sistema, e pensei, vou dar boot com ele para garantir, nova surpresa, quem disse que funcionavam? O erro foi, CDBOOT Error: memory overflow.</p>
<p>O detalhe interessante é que o pendrive que gerei dentro do Ubuntu 10.04 conseguiu dar o boot normal no mini.</p>
<p>No final das contas eu gerei os discos mais por precaução do que por vontade de usá-los realmente. Depois de ter os discos, removi a partição do Windows 7, mas mantive as partições de recuperação, o único inconveniente é que tive que gerar as partições do linux manualmente (depois explico como fazer isso.)</p>
<p>O legal foi que o próprio Ubuntu reconheceu a partição do Windows 7 e colocou na opção de inicialização do menu do computador, ou seja, se precisar recuperar, as informações estão lá. De qualquer forma, se precisar recuperar, será o Linux que vou querer voltar de qualquer forma.</p>
<p>Daí pra frente só precisei ligar o mini no cabo de rede para poder atualizar os drivers de wifi e bluetooth e tudo agora está funcionando, inclusive a webcam. Os programas instalados são skype, aMSN, Kile 2.1, OpenOffice 3.2, Wine, PostgreSQL e pgAdminIII, só não testei ainda Java e Netbeans, embora saiba que vão funcionar.</p>
<p>Como contra para a maquininha vou marcar aqui que não tem microfone interno (no site diz que tem, mas não funcionou aqui,) e claro o material da HP que não funcionou para dar boot na máquina. O botão de ligar e desligar também é muito ruim, lateral e você tem que ficar segurando com a unha o que é bem desconfortável.</p>
<p>Falta ainda falar bem da bateria de 6 células, aliás segundo motivo que me fez escolher esse modelo, que durou umas 6 horas de uso direto, e isso usando o monitor com alto brilho e um mouse externo com fio. Ele é muito leve, e a placa de vídeo conseguiu rodar o compiz com efeitos simples para o desktop e janelas, não consegui ativar o cubo, mas aí era pedir muito!</p>
<p>Tem bluetooth interno, mas não testei ainda.</p>
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		<title>Em busca do Linux perfeito</title>
		<link>http://www.paulomotta.pro.br/2010/09/13/em-busca-do-linux-perfeito/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Sep 2010 12:46:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>prmottajr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
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		<category><![CDATA[OPENSUSE]]></category>
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		<description><![CDATA[Ok esse título é um bocado pretensioso, mas eu explico, eu comecei uma jornada (quase uma caminhada de auto-conhecimento) para identificar uma distribuição de Linux que apresente uma experiência para o usuário realmente fácil. Veja bem, mais uma vez eu não estou falando de máquinas servidoras, e sim das maquinetas que temos em casa e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ubuntu.com/"><img class="aligncenter" title="ubuntu logo" src="https://wiki.ubuntu.com/htdocs/ubuntu/img/u-headerlogo.png" alt="" width="454" height="90" /></a></p>
<p>Ok esse título é um bocado pretensioso, mas eu explico, eu comecei uma jornada (quase uma caminhada de auto-conhecimento) para identificar uma distribuição de Linux que apresente uma experiência para o usuário realmente fácil. Veja bem, mais uma vez eu não estou falando de máquinas servidoras, e sim das maquinetas que temos em casa e que precisam ser fáceis de usar e gerenciar.</p>
<p>Pois bem, sempre fui fã do openSuSE, mas na versão 11.2 me decepcionei um bocado porque os repositórios não têm estado estáveis, a versão 11.3 então foi pior ainda, muito complicada de baixar, toda vez dava resposta inválida, tentei via FTP e quebrou no meio do download. A única versão que consegui gravar em DVD foi apenas desperdício de mídia, falhou no meio da instalação porque não conseguia achar os pacotes.</p>
<p>A versão 11.2 eu consegui instalar, mas não conseguia a maior parte dos softwares que eu queria rodar, principalmente para a versão de 64 bits, mas a 32 bits também apresentou alguns problemas.</p>
<p>Pensei então nas opções que me restavam: Ubuntu, Fedora e Debian, (ok, ignorei a existência do Mandriva propositalmente,) pois bem, comecei os downloads do Ubuntu 10.04 e do Fedora 13 (Debian é uma distribuição um pouco mais radical que vou deixar para os puristas.) De cara o primeiro problema, com a Fedora não foi possível conseguir o download dos DVDs de jeito nenhum, então tive que baixar os Live CDs (versões muito comuns de distribuições do Linux que rodam direto do drive de DVD, e permitem a instalação do sistema básico), ja para a Ubuntu os downloads foram sem problemas. Digo downloads porque para ambas baixei a versão 32 e 64 bits.</p>
<blockquote><p>A título de curiosidade o problema de download das versões em DVD, tais como openSuSE e Fedora pode ser devido ao meu provedor em casa, pois consegui baixar o openSuSE 11.3 em outro lugar. Vou tentar testar essa versão no desktop.</p></blockquote>
<p>Comecei pelo Ubuntu 10.04 64 bits em um laptop HP com um processador Turion X2 64 bits com 2 GB RAM, previamente com um openSuSE 11.2 32 bits instalado e um Windows Vista Basic em algum espaço do HD. Uma coisa boa do Linux é que (geralmente) a sua área de dados fica separada da área de sistema, assim você pode instalar um sistema novo por cima e a maior parte das suas configurações vai estar direita. Foi o que eu fiz e tudo correu bem, detalhe, a primeira vez que tentei instalar o Ubuntu nesta mesma máquina há alguns anos ele não saia da instalação, já travava por ali mesmo o que me levou ao openSuSE 10.1 na época.</p>
<p>A instalação correu bem, e o que me espantou na verdade foi que, mesmo sendo uma versão de 64 bits, eu consegui instalar todos os softwares que queria, somente um não funcionou, mas porque eu ainda não sei configurar corretamente o esquema de áudio do Rosegarden. Segue uma lista das aplicações:</p>
<ul>
<li>TuxGuitar &#8211; editor de tablaturas e partituras</li>
<li>Hydrogen &#8211; bateria eletrônica</li>
<li>Rosegarden &#8211; sequenciador MIDI para trabalhos de música avançados</li>
<li>JACK &#8211; plataforma para suportar esses programas de áudio</li>
<li>Audacity &#8211; editor de arquivos de som no estilo do SoundForge (por favor, me dêem aqui uma licença poética pela comparação)</li>
<li>GTKlick &#8211; metrônomo para estudo</li>
<li>Kile &#8211; editor de texto compatível com TeX (para edição de textos científicos)</li>
<li>NetBeans 6.7 e 9.1 &#8211; ambiente de desenvolvimento Java (e também suporta C/C++)</li>
<li>Plugin flash para o Firefox</li>
<li>Skype</li>
<li>aMSN &#8211; clone que conecta na rede da Microsoft</li>
<li>aMule &#8211; clone do eMule</li>
<li>Driver nVidia com suporte 3D</li>
<li>Bluetooth</li>
<li>PostgreSQL &#8211; banco de dados livre e gratuito</li>
<li>PGAdmin &#8211; aplicação para administrar o PostgreSQL</li>
<li>Compiz &#8211; ambiente com efeitos 3D para o desktop (que foram copiados para o Windows)</li>
</ul>
<p>E esses são apenas os softwares que eu tive que instalar por fora, porque ele já tem o OpenOffice 3.2, o Evolution (para calendário e agenda,) Gimp para edição de imagens e por aí vai a lista. O impressionante é que eu instalei todos esses caras em um ambiente 64 bits e tudo correu bem, não houve maiores dificuldades para fazer as crianças se falarem, o uma coisa foi bem legal, o Tuxguitar e o Hydrogen não tiveram conflito, coisa que acontece na minha máquina com o openSuSE 11.1 (aí só um pode ser usado por vez.)</p>
<p>Não testei jogos e nem edição de vídeos e DVDs, mas eu sei que tem aplicações para isso, mas o celular foi reconhecido como modem 3G e a minha operadora já está até pre-instalada no ambiente, é bem verdade que o celular como dispositivo de armazenamento funcionou sem problemas.</p>
<p>Então para o laptop 100% estou muito satisfeito, aí pensei, vou instalar no desktop também!</p>
<p>Aí a coisa não foi tão tranquila, muito até porque nesta máquina só vou trabalhar com programação paralela, por conta disso muitos dos programas não serão instalados ali, o principal mesmo é o driver de vídeo da nVidia já que essa máquina tem uma placa de vídeo GeForce 240 GT. A coisa ficou feia, quando eu consegui instalar o ambiente careta seguindo o CD tudo ficou bem, mas aí pedi para o sistema reconhecer os drivers proprietários e ele não reconheceu minha placa direto, só na segunda tentativa, mas a resolução ficou muito ruim, em 1024&#215;768, sendo que o monitor é muito grande e no openSuSE 11.2 ela ficava em 1440&#215;1050. Achei nos fóruns que o probe da nVidia no Ubuntu não é muito bom, e o pior é que eu não sei de cabeça as configurações possíveis. Resultado, vou ter que reinstalar o openSuSE para anotar as resoluções (justiça seja feita, também não foi automático o reconhecimento, mas no openSuSE posso usar o Sax2 para reconhecer os modos de vídeo) e depois voltar para o Ubuntu.</p>
<p>Tentei também iniciar em modo texto para instalar o driver mais atual da nVidia (mesmo tendo achado em alguns fóruns que isso não resolvia). Primeiro problema, iniciar o Ubuntu em modo texto é muito enjoado, ele não segue o padrão Linux de usar runtime level e isso dificulta o processo, mas por fim achei em um site como forçar. Instalei o driver e consegui uma incrível resolução de 640X480 o que é muito ruim até para configurar o ambiente. Mas tem um porém se nós soubermos todas as combinações possíveis de resolução podemos forçar o Linux a usar, mesmo que não tenha sido automaticamente reconhecida (por isso que usar o openSuSE para descobrir) dessa forma poderia usar o driver mais atual (ou talvez até mesmo o da distribuição) com uma resolução mais alta.</p>
<p>Apesar dos problemas o Ubuntu 10.04 64 bits parece ser uma boa alternativa para o usuário doméstico porque a maior parte das coisas funcionou muito bem, vou tentar arrumar um modem 3G emprestado para testar no ambiente. A própria configuração do ambiente é bem simples com várias opções de ferramentas gráficas para configurar as necessidades mais comuns.</p>
<p>Uma coisa importante, seguindo o conselho do <a href="http://thoughtsforbeans.blogspot.com/" target="_blank">Pedro</a> <a href="../2010/08/26/sistema-operacional-64-bits/" target="_blank">aqui</a> eu tive a ideia de instalar uma versão base de Linux 64 bits e aí por cima colocar outras versões utilizando máquinas virtuais, poderia ser com Xen ou com VMware, mas essa experiência ainda não foi bem sucedida, aguardem novidades nesse sentido. <a href="../2010/08/26/sistema-operacional-64-bits/" target="_blank"><br />
</a></p>
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		<title>Smartphone Dell Mini 3iX</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 12:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>prmottajr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Dell está comercializando no Brasil o seu smartphone Dell Mini 3iX, até aí nada de novo, um lançamento a mais no mundo da informática. Realmente não seria algo espantoso se não fosse pela bola fora da empresa. O aparelho é muito bonito, agradável ao toque eu diria até, mas em termos de funcionalidade ele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Dell está comercializando no Brasil o seu smartphone <a href="http://www1.la.dell.com/br/pt/domesticos/Perif%C3%A9ricos-Dell/mobile-mini-3ix/pd.aspx?refid=mobile-mini-3ix&amp;cs=brdhs1&amp;s=dhs" target="_blank">Dell Mini 3iX</a>, até aí nada de novo, um lançamento a mais no mundo da informática.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.paulomotta.pro.br/wp-content/uploads/2010/06/mobile-mini3ix-overview3_la_pt.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-562" title="mobile-mini3ix-overview3_la_pt" src="http://www.paulomotta.pro.br/wp-content/uploads/2010/06/mobile-mini3ix-overview3_la_pt-212x300.png" alt="" width="212" height="300" /></a></p>
<p>Realmente não seria algo espantoso se não fosse pela bola fora da empresa. O aparelho é muito bonito, agradável ao toque eu diria até, mas em termos de funcionalidade ele peca. Bom esse post também não é uma novidade (talvez fosse há alguns meses atrás) já que até a <a href="http://info.abril.com.br/reviews/hardware/smartphones/testamos-o-android-da-dell.shtml?3" target="_blank">Info já analisou o aparelho</a>.</p>
<p>Agora o que é novidade é post falando de uma experiência de usuário, sim, porque eu comprei o aparelho e acabei trocando ele&#8230;</p>
<p>Em Fevereiro desse ano (2010) não estava pensando em trocar de telefone, mas passei por uma loja da Claro, a operadora que uso, e vi aquele lindo artefato na vitrine. Super lançamento, só tinham 2 na loja e o preço não era salgado, parecia legal rodava Android então como bom fanático por tecnologia fiquei empolgado. MAS, resolvi, por puro preciosismo e cuidado, conferir nos fóruns na internet para ver se achava alguma coisa e não encontrei quase nada, somente no próprio site da Dell um post solitário dizendo que o GPS não funcionava, ou melhor, que não havia aplicação para fazer ele funcionar.</p>
<p>Pensei, tudo bem, basta desenvolver uma aplicação em Java ME que use a API de localização que tudo resolvido, ou ainda uma aplicação em Android, melhor ainda que assim eu estudo Android.</p>
<p>Mas uma das coisas que havia me chamado a antenção foi a possibilidade de GeoTagging, que significa tirar uma foto e armazenar na foto informações do GPS de forma que você consiga referenciar em um mapa onde foi que tirou a foto, achei isso muito interessante, uma possibilidade ótima, e claro, foi a primeira coisa que testei quando cheguei com o aparelho em casa.</p>
<p>A primeira coisa foi que levou uma eternindade para acessar as informações dos satélites, mas depois de ter encontrado funcionou direitinho, tirei uma foto e marcou a latitude e longitude, fiquei então super animado certo de que tinha feito uma ótima compra e uma excelente escolha. Até que sem mais nem menos a camera morreu. Assim, simples assim, depois de algumas tentativas de fotos com GPS junto a camera ficou toda preta e não funcionou mais, fiz de tudo, tirei bateria, fiz reset, liguei para a Dell, procurei nos sites, rezei, mas nada trouxe a camera de volta. Virei a noite procurando em sites aplicações Java que fossem capazes de utilizar o GPS do celular para testar, mas nenhuma conseguiu usar as informações do satélite, ou seja, embora iniciasse, o GPS não servia para nada, não haviam aplicações de mapas ou de navegação disponíveis.</p>
<p>No dia seguinte voltei na loja para tentar trocar, só tinha o da vitrine, meio incomodado testei o aparelho e a primeira coisa que fiz foi logo tentar tirar uma foto com informações do satélite, só que não estava sincronizando com por estar dentro da loja. Fiquei muito incomodado e optei por trocar pelo Nokia N97 (comento em outro post.)</p>
<p>Uma dica importante na hora de trocar de aparelho, defina qual o seu objetivo com o novo aparelho celular, que funcionalidades espera dele, e teste assim que chegar em casa, lembre-se que pelo código do consumidor a loja tem que trocar o aparelho que apresentar defeito nos primeiros dias de uso, é claro que isso varia de loja para loja, mas nunca vi nada menos do que 72 horas (3 dias) então se você não pode chegar em casa e testar deixe para comprar no dia seguinte, se você quer aproveitar a promoção XYZ então chegue em casa e sente para testar. Por sorte a Dell tem a mesma política da Apple neste caso, se der problema eles trocam por um novo, mas no caso da Nokia por exemplo se der problema, nos primeiros 3 dias você pode ir na loja e depois disso é direto na autorizada, e sabemos que isso é uma dor de cabeça.</p>
<p>Outra dica importante, (agora fugindo do assunto celular um pouco) sempre pergunte ANTES de comprar como é essa política de troca, quase comprei uma HP Laser mas depois de esperar 50 minutos na fila, a atendente me perguntou &#8220;O senhor já foi informado que a troca é diretamente com a HP?&#8221; Eu não havia sido informado disso, e achei um desaforo, a loja vende, mas se der problema assim que chegar em casa você está por sua conta junto a HP, me recusei a comprara impressora nessas condições. Mas voltando aos celulares, é importante perguntar quantos dias temos para troca porque quanto menos tempo mais rápido temos que usar as funcionalides, tentar sincronizar com o PC, tirar fotos, usar Wi-Fi, bluetooth, ouvir música, usar o GPS, até fazer atualização do sistema se for o caso (o Nokia N97 precisou passar por uma atualização de firmware.) Porque se der problema, no dia seguinte eu estou na loja.</p>
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		<title>ICEFaces</title>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2010 18:58:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>prmottajr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já vinha planejando escrever sobre ICEFaces (http://www.icefaces.org) há algum tempo, mas estava esperando experimentar mais com a biblioteca. Há algum tempo através me solicitaram buscar uma solução para desenvolvimento de interfaces de usuário para web que fosse ágil e fácil de programar e, se possível, que permitisse edição visual. Com essas características eu pensei no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="ICEFaces" src="http://www.icefaces.org/main/css/images/top_logo.jpg" alt="" width="343" height="110" /></p>
<p>Já vinha planejando escrever sobre ICEFaces (<a href="http://www.icefaces.org" target="_blank">http://www.icefaces.org</a>) há algum tempo, mas estava esperando experimentar mais com a biblioteca. Há algum tempo através me solicitaram buscar uma solução para desenvolvimento de interfaces de usuário para web que fosse ágil e fácil de programar e, se possível, que permitisse edição visual. Com essas características eu pensei no projeto (agora extinto) Woodstock da parceria Sun/Netbeans que permitia a edição visual de telas baseado em tecnologia JSF, quando comecei a ler descobri que a Sun estava abandonando o projeto e passaria a apoiar a implementação ICEFaces, da ICESoft, que também provia uma forma visual de editar as páginas e estaria incorporando a compatibilidade com projetos Woodstock.</p>
<p>Na época o Netbeans estava na versão 6.5.1, fiquei animado e experimentei a ferramenta, fácil de usar, fácil de integrar, mas logo em seguida o Netbeans mudou a estrutura do núcleo e o resultado foi que cortaram o suporte a edição visual, mas a Sun continuou apoiando a implementação ICEFaces, embora a Sun forneça uma implementação de referência de JSF, existem por aí outras opções as mais expressivas são MyFaces (Apache), RichFaces (JBoss) e ICEFaces (ICESoft.)</p>
<p>A primeira coisa que me levou a considerar a implementação ICEFaces foi a questão de a própria Sun apoiar esse desenvolvimento, a partir disso eu comecei a procurar os componentes, na versão 1.8.2, que é a que estamos usando em projeto, existem mais de 54 componentes gratuitos, isto porque a ICESoft oferece um modelo de licenciamento para empresas que dá acesso a alguns outros componentes, além disso a parte de tutorial e exemplos é muito fácil de entender e usar.</p>
<p>Ao longo do projeto fomos descobrindo outras funcionalidades o que só confirmou a escolha acertada que fizemos em usar o ICEFaces, a parte de layout e de panéis e muito funcional, a demonstração dos componentes pode ser encontrada em <a href="http://component-showcase.icefaces.org/component-showcase/showcase.iface" target="_blank">ICEFaces Component Showcase</a> e como era de se esperar o site deles é todo feito em ICEFaces. Outra característica interessante é o uso intenso de ajax de forma totalmente transparente, o usuário não precisa se preocupar, além disso os componentes funcionam em diversos browsers sem que seja necessário escrever nada de javascript.</p>
<p>O fórum também é bem ativo é costuma ser fácil de conseguir as respostas para os problemas mais comuns que temos, utilizamos o Facelets junto com o ICEFaces, sendo que já vem uma biblioteca de integração fácil de usar, uma ressalva importante é que foi muito mais fácil de fazer funcionar no Glassfish do que no JBoss, isto porque no JBoss já existem as bibliotecas do RichFaces então torna-se necessário indicar no web.xml que estamos fornecendo as bibliotecas de implementação. Um outro problema é que o JBoss (5.1) não consegue injetar dependências (tipo EJB3) em managed beans, apenas em classes que foram declaradas no web.xml tais como Servlets e Listeners, isso é uma coisa realmente incomoda (até porque no Glassfish isso funciona facilmente.)</p>
<p>Finalmente a única pendência que está me incomodando fortemente é que não temos uma solução de testes unitários funcionando corretamente, comecei a testar o JSFUnit desenvolvido pela JBoss, mas ele entra em loop durante o processamento, embora seja possível testar alguns componentes de tela eu estava mais interessado em testar os managed beans e isso ainda não é possível, está na minha lista de trabalho recompilar o JSFUnit com algumas modificações, mas isso está longe do topo de prioridades.</p>
<p>No total é uma ferramenta muito boa e fácil de usar, recomendo fortemente. Em breve vou começar as experiências com a versão 2.0 que implementa a especificação JSF 2.</p>
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