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	<title>PauloMotta.pro &#187; Linux</title>
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	<description>&#34;Qualquer tecnologia suficientemente avançada é indistinguível da mágica&#34; - Arthur C. Clarke</description>
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		<title>HCL &#8211; Hardware Compatibility List</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 17:28:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>prmottajr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
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		<category><![CDATA[OPENSUSE]]></category>

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		<description><![CDATA[Estava aqui pensando sobre o que escreveria hoje, essa coisa de escrever todo dia é bem complicada, mas o mundo da informática sempre me surpreende com novidades e eis que surgiu o assunto tão esperado!
Discutíamos sobre versões de linux e tudo mais, eu particularmente sou fã do openSUSE, versão aberta da distribuição que foi comprada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava aqui pensando sobre o que escreveria hoje, essa coisa de escrever todo dia é bem complicada, mas o mundo da informática sempre me surpreende com novidades e eis que surgiu o assunto tão esperado!</p>
<p>Discutíamos sobre versões de linux e tudo mais, eu particularmente sou fã do <a href="http://www.opensuse.org" target="_blank">openSUSE</a>, versão aberta da distribuição que foi comprada pela Novel. Essa distribuição originalmente tinha os melhores drivers porque foi uma das primeiras a cobrar (pelos drivers, não pelo kernel) o que gerava insumo para pagar pelo desenvolvimento. Atualmente a Novel mantém duas versões a openSUSE gratuita e a Enterprise Server paga.</p>
<p>Inclusive estamos prestes do lançamento da versão 11.3, em casa tenho instaladas as versões 11.0(powerpc), 11.1(32 bits) e 11.2(64 bits) uma coisa trabalhosa é ficar experimentando as funcionalidades e assim chegamos finalmente ao ponto desse post! Uma das coisas legais que existem no site do openSUSE é o <a href="http://en.opensuse.org/Hcl" target="_blank">HCL, uma lista de compatibilidade de hardware</a> onde você pode ler as experiências de outras pessoas em relação a suas máquinas e até mesmo a periféricos tais como impressoras, scanners, tablets, celulares e o que mais inventarem.</p>
<p>Aí que sugeri aqui para um dono de um Dell Inspiron 1545 que publicasse no site (sim! qualquer um pode publicar lá sua contribuição, eu fiz uma sobre o uso de bluetooth na versão 11.1, mas estou devendo em relação ao laptop) a configuração da máquina, o modelo, e as coisas que funcionaram com a versão escolhida. Ora, mas para que se dar a esse trabalho? Simples, a comunidade open source vive de contribuição de experiências, é assim que os softwares crescem, então se você quer estimular o seu vizinho a usar Linux, nada melhor do que mostrar para ele uma lista de hardware que vai funcionar, isso porque alguém se deu ao trabalho de gastar 30 minutos de sua vida publicando a sua experiência.</p>
<p>Assim quando você for comprar um laptop novo pode passar lá e verificar se vai executar as coisas que você está planejando usar, senão pode aproveitar e procurar um modelo se adeque melhor as suas necessidades de uso.</p>
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		<title>Eu disse banco de dados</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jun 2010 12:43:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>prmottajr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
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		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[JAVA]]></category>
		<category><![CDATA[PROGRAMAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Windows]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse período eu resolvi fazer uma experiência (que até agora está se mostrando válida, vamos ver os resultados na entrega dos trabalhos) de mudar o foco no ensino de programação Java e Web para usar JPA e TopLink como solução de persistência. Até o período passado o que eu fazia era usar o tradicional JDBC [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse período eu resolvi fazer uma experiência (que até agora está se mostrando válida, vamos ver os resultados na entrega dos trabalhos) de mudar o foco no ensino de programação Java e Web para usar JPA e TopLink como solução de persistência. Até o período passado o que eu fazia era usar o tradicional JDBC da Sun e por conta disso colocava os alunos para implementar DAOs manualmente (ok dava uma forcinha aqui para eles) e permitia usar Access ou MySQL. Como na faculdade as máquinas estão usando Windows e você não precisa ter o Access instalado para poder criar uma fonte de dados ODBC isso acabava sendo uma alternativa confortável.</p>
<p>Eu preparei um <a href="http://www.paulomotta.pro.br/2010/05/17/tutorial-jpa/" target="_blank">tutorial de JPA</a>, e como eu uso Linux não tinha muita alternativa, mostrei como fazer usando o MySQL. Na minha ingenuidade eu acreditei que em sala de aula com o Access também funcionaria. Me enganei miseravelmente <img src='http://www.paulomotta.pro.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Acontece que o Access, embora tenha o recurso de auto-numeração para uma coluna de id, não consegue expor isso para o JPA (aliás como não consegue expor várias coisas via SQL,) o resultado foi que tivemos que colocar um MySQL rodando em uma máquina e permitir acesso a ela via rede, aí tudo funcionou. A parte boa é que agora os alunos terão que usar um banco de dados mesmo, não dá mais para se apoiar no Access.</p>
<p>No tutorial eu não expliquei como instalar e configurar o MySQL porque tem muito material na internet, mas depois de muitas reclamações dos alunos estou preparando um material sobre como fazer isso para agilizar o processo.</p>
<p>Para o próximo período vou definitivamente continuar usando essa abordagem porque como fica mais alto nível podemos discutir detalhes mais importantes, o problema é que não dá para cobrir o JDBC todo e isso pode ter alguns efeitos ruins, mas como hoje se fala muito em frameworks de persistência, acho que é melhor ensinar a usar um, e aí pontualmente, eles podem estudar o uso de JDBC quando (e se) for necessário.</p>
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		<title>Bateria eletrônica</title>
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		<pubDate>Thu, 13 May 2010 19:18:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>prmottajr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje o assunto é musical, sim, não vou falar de tecnologias de baterias que duram mais. Há algum tempo migrei de vez para o linux, então uma coisa que volta e meia acontece é procurar que programas podem fazer as tarefas que quero realizar. Desde o open office (suíte de escritório) até edição de partituras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje o assunto é musical, sim, não vou falar de tecnologias de baterias que duram mais. Há algum tempo migrei de vez para o linux, então uma coisa que volta e meia acontece é procurar que programas podem fazer as tarefas que quero realizar. Desde o open office (suíte de escritório) até edição de partituras e programas musicais. Um programa que eu queria era uma máquina de bateria, e procurando achei uma fantástica (além de gratuita) que chama <a href="http://www.hydrogen-music.org/" target="_self">Hydrogen</a>.</p>
<p><img class="aligncenter" title="Hydrogen" src="http://www.hydrogen-music.org/images/hydrogen1.jpg" alt="" width="300" height="239" /></p>
<p>Levei algum tempo até me entender direito com a interface, mas depois de ler os manuais/tutorias fica tudo mais fácil, inclusive o tutorial é muito bom, com uma levada de rock&#8217;n'roll completa. Se você toca algum instrumento musical aos poucos começa ficar mais fácil conforme você vai usando. Interessante também a possibilidade de exportar a levada de bateria e importar em outro programa de edição de partitura por exemplo ou em um sequenciador. Ainda estou bem estagiário no programa, mas já ajudou nos estudos.</p>
<p>Você pode também baixar da internet kits de bateria gravados diretamente de uma bateria real e o som fica muito bom, eu não tentei (e não sei se o farei) tocar com esse programa em uma banda <img src='http://www.paulomotta.pro.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  mas teoricamente se o &#8220;drum kit&#8221; for bom isso pode ser feito, mas acho que só ficaria bom se fosse para tocar em um lugar bem pequeno.</p>
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		<title>O Dilema da GPU Solitária 2 &#8211; A Revanche</title>
		<link>http://www.paulomotta.pro.br/2010/03/12/o-dilema-da-gpu-solitaria-2-a-revanche/</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 15:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>prmottajr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[CUDA]]></category>
		<category><![CDATA[GPU]]></category>
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		<category><![CDATA[PARALELISMO]]></category>
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		<description><![CDATA[Então eu estava incomodado com não poder testar meus programas (que ainda nem estão prontos) na minha própria máquina e estava aqui curioso para saber como resolver isso.
Fui no site oficial do opensuse (que é a distribuição linux que eu uso) para ver como fazer isso e encontrei a seguinte dica:
Ctrl + Alt + F2 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Então eu estava incomodado com não poder testar meus programas (que ainda nem estão prontos) na minha própria máquina e estava aqui curioso para saber como resolver isso.</p>
<p>Fui no <a href="http://www.opensuse.org" target="_blank">site oficial do opensuse</a> (que é a distribuição linux que eu uso) para ver como fazer isso e encontrei a seguinte dica:</p>
<blockquote><p>Ctrl + Alt + F2 &#8211; abre uma sessão de terminal em modo texto</p></blockquote>
<blockquote><p>Ctrl + Alt + F7 &#8211; volta para a sessão em modo gráfico</p></blockquote>
<p>Aí para não ter nenhum susto eu compilei minha multiplicação para executar 10 mil repetições, fechei todos os programas e abri o terminal em modo texto, o programa todou em 33 segundos (ok eu acho que ficou muito lento, mas isso é outro problema.) Aí resolvi abusar, voltei para o modo gráfico abri o Amarok, coloquei uma música para tocar, abri o Netbeans 6.7, modifiquei o programa para executar 100 mil repetições e voltei para o modo gráfico (a única coisa que eu fiz de especial foi minimizar os programas.) Coloquei o programa para executar pensando &#8220;não vai dar certo,&#8221; pois não é que rodou direito e executou durante 5 minutos sem problemas e com a música tocando ?</p>
<p>No final voltei para o modo gráfico e tudo estava lá, sem janelas corrompidas nem instabilidade no sistema.</p>
<p>É claro que se você quer executar um programa em GPU que vai ter um efeito visual vai ter que executar dentro do modo gráfico e aí a solução tem que ser outra, mas se a ideia é executar uma aplicação paralela que vai apenas gerar resultados (que é o meu caso) então esta solução foi ótima! Já posso continuar meus testes, o único problema é que nesse ponto voltamos para a idade da pedra na pesquisa, todas as anotações de resultados que aparecerem na tela tem que ser copiadas no papel porque não tem como copiar e colar <img src='http://www.paulomotta.pro.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  (ok ok você pode mandar o seu programa gravar em disco, mas eu não queria perder a piada.)</p>
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		<title>O Dilema da GPU Solitária</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 13:56:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>prmottajr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
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		<category><![CDATA[ARQUITETURA]]></category>
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		<description><![CDATA[Então como eu havia falado estou começando a fazer experiências de programação com GPU (em uma nVidia 8200G M que tem um processador com 8 núcleos.) O meu objetivo não é processar imagens rapidamente, muito pelo contrário quero usar a GPU para rodar programas realmente demorados então o primeiro teste foi fazer uma multiplicação de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Então como eu havia falado estou começando a fazer experiências de programação com GPU (em uma nVidia 8200G M que tem um processador com 8 núcleos.) O meu objetivo não é processar imagens rapidamente, muito pelo contrário quero usar a GPU para rodar programas realmente demorados então o primeiro teste foi fazer uma multiplicação de matrizes da ordem 4000 (isso dá por volta de um milhão de operações de multiplicação e soma combinadas.)</p>
<p>Qual não foi minha surpresa quando o sistema operacional abortou o programa deliberadamente. Procurando nos fóruns descobri que se você só tem uma placa de vídeo (que é o caso do laptop por motivos óbvios) o sistema operacional não deixa um programa rodar na GPU por mais do que (aproximadamente) 5 segundos. Isso na prática é uma ótima restrição (embora tenha me atrapalhado muito) porque evita que as pessoas tenham que desligar suas máquinas na mão por ter algum erro em seus programas. As sugestões nos fóruns são bem <a href="http://desciclo.pedia.ws/wiki/POG" target="_blank">orientadas a gambiarras</a>. Porém uma chamou a minha atenção (e só é possível no linux) você pode carregar o driver de vídeo, abrir uma nova sessão em modo texto e aí será possível executar o seu programa.</p>
<p>A alternativa mais &#8220;correta&#8221; para o meu problema (que é executar um programa por um tempo indeterminado e sabidamente longo) é ter uma placa de vídeo (GPU) no sistema que <em>não</em> seja a placa de vídeo na qual o monitor está ligado. Assim você não tem essa limitação, fazendo uma rápida cotação, uma máquina dessas vai ficar um pouquinho cara então estou tentando fazer testes que apontem que o meu projeto vai funcionar, porque a pior coisa que tem é investir um dinheiro em um equipamento e no final não resolver o seu problema.</p>
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