Natural User Interface
Com o avanço dos estudos de gestos, acelerômetros, telas sensíveis a toque e todo o resto que temos visto surge um novo conceito de interatividade com as máquinas. Esse conceito a Microsoft está chamando de Natural User Interface, o que me parece um nome até em simpático (embora tenha um caráter bem de marketing…) As mudanças que temos acompanhado realmente revolucionaram a forma como interagimos com as máquinas embora ainda não saibamos fazer aplicações que realmente tirem proveito dessa nova forma de interagir.
Uma das revoluções recentes foi a forma de jogar video-games proposta pela Nintendo com seu console Wii, sucesso de cara, diversão para toda a família (experiência própria.) Mas isso é mais fácil de conseguir (ok, a Nintendo teve uma ideia brilhante e isso não é fácil) porque o objetivo daquela interação é lúdico, agora quando o objetivo é “sério” a coisa fica um pouco mais complicada, isso porque a maioria de nós tem uma dificuldade muito grande de se desapegar do atual e tentar pensar no novo. Não tem sentido usar esse novo tipo de interface, e novos recursos, com as aplicações que temos hoje. As aplicações atuais foram pensadas e concebidas para a interface que temos hoje: teclado e mouse. Agora que temos novas formas de interagir, precisamos pensar em novas formas de criar as aplicações para que elas, de forma natural, se adequem aos novos tipos de interface.
Se não conseguirmos criar coisas novas teremos que adaptar, e aí, embora a interface seja Natural (User Interface), a experiência de uso dos programas (adaptados) será (anti-)Natural.
Um vídeo apresentando as interfaces pode ser visto aqui.


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