A Guerra das IDEs


 

Não é muito fácil aceitar isso, mas o fato é que estamos vivendo no Java uma guerra entre as IDEs e isso não é de hoje. Eu demorei a começar a usar o Eclipse, mas quando comecei reconheci prontamente o seu valor no auxílio ao desenvolvedor, é bem verdade que para conseguir um ambiente útil temos que suar atrás de plug-ins e isso muitas vezesnão é exatamente uma tarefa simples.

Recentemente, migrei o curso de Java de Struts para JSF, bom, para trabalhar com JSF sem auxílio de ferramenta não é só chato, é arriscado, então recorri ao bom e velho Eclipse para criar um projeto dinâmico (em tempo Eclipse 3.3 Europa Enterprise em Suse Linux 10.3) e qual não foi minha surpresa quando o infeliz simplesmente trava no meio da edição do fluxo de páginas. Foram duas semanas de tentantivas, novas instalações, procura de plugins, procura de tutoriais.

Com pesar, eu desisti e resolvi tentar o NetBeans 6.1 (ainda em Suse Linux 10.3), não da para reclamar, o NetBeans me permitiu fazer o projeto em 2 horas (ok, eu estava achando as coisas ainda, um programador experiente faz em menos tempo) com o Apache devidamente configurado durante a instalação ficou ainda mais fácil. O “problema” é que o NetBeans e o JDeveloper (da Oracle) têm uma visão muito semelhante ao Microsoft Visual Studio, vários wizards e esconder o código. Não dá para criticar de tudo, são ambientes poderosos mesmo, mas eu ainda estou me acostumando com essa idéia de ter as coisas mais escondidas.

Eu agora estou avaliando mudar a ferramenta que mostro nos cursos, até porque o NetBeans tem os recursos de UML já embutidos…

Leave a Reply